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Dinâmicas Diversas II

A TROCA DE UM SEGREDO

- Participantes: 15 a 30 pessoas

- Tempo estimado: 45 min

- Modalidade: problemas pessoais.

- Objetivo: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.

- Material: Lápis e papel para os integrantes.

- Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum problema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas

Possíveis questionamentos:

- Como você se sentiu ao descrever o problema?

- Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?

- Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?

- No seu entender, o outro compreendeu seu problema?

- Conseguiu pôr-se na sua situação?

- Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?

- Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?

- Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?

ANÁLISE DE MÚSICAS
Tema: Varia de acordo com a música a ser analisada.

Participantes: Quantos quiserem.

Material Necessário:Aparelho de Som, CD’s ou fitas com as músicas a serem analisadas e letras das mesmas. A pessoa que aplica a dinâmica deve escolher previamente duas ou três músicas para serem analisadas. Atenção: É muito importante a escolha das músicas, lembre-se que as letras serão analisadas, logo devem dizer algo interessante.São distribuídas as folhas com as letras aos participantes. Quando todos já estiverem com suas folhas, o Coordenador coloca a música pra tocar orientando a todos que acompanhem a letra. Ao final da música, cada um diz qual a mensagem que aquela música trouxe.Repetir esse processo para cada música escolhida

Conclusão:
Qual frase mais chamou sua atenção? Porquê? Qual é a ligação dessa música com a nossa vida? Com o nosso Grupo? Com a nossa Família, Sociedade, Escola, Trabalho, etc…?

Sugestão

Sugestões de Músicas : Pais e Filhos (Legião Urbana), É Preciso Saber Viver (Titãs), Dezesseis (Legião Urbana), Rebelde Sem Causa (Ultraje a Rigor), Tente Outra Vez (Barão Vermelho)

O ESPELHO
– Participantes: 10 a 20 pessoas

- Tempo Estimado:30 minutos

- Modalidade:Valorização Pessoal.

- Objetivo:Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seus valores.

- Material:Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo.

- Descrição: O coordenador motiva o grupo: “Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama de verdade… com quem estabeleceu íntima comunhão… que merece todo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente… Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida…”Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão, inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador deve continuar:” …Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida.”Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica

DINÂMICA DO NÓ

Material: Não é necessário Desenvolvimento: Os participantes em pé, formam um círculo e dão as mãos. Pedir para que não se esqueçam quem está a seu lado esquerdo e direito.Após esta observação, o grupo deverá caminhar livremente. Ao sinal do animador o grupo deve parar de caminhar e cada um deve permanecerno lugar exato que está. Então cada participante deverá dar a mão à pessoa que estava a seu lado (sem sair do lugar, ou seja, de onde estiver) mão direita para quem segurava a mão direita e mão esquerda para quem segurava a mão esquerda. (como no início)Com certeza, ficará um pouco difícil devido à distância entre aqueles que estavam próximos no início, mas o animador tem que motivar para que ninguém mude ou saia do lugar ou troque o companheiro com o qual estava de mãos dadas. Assim que todos estiverem ligados aos mesmos companheiros, o animador pede que voltem para a posição natural, porém sem soltarem as mãos e em silêncio. (O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial, movimentando-se silenciosamente). Se após algum tempo não conseguirem voltar a posição inicial, o animador libera a comunicação. Enfim, partilha-se a experiência vivenciada. (destacar as dificuldades).
JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO
Objetivo :Criar comunicação fraterna e madura.

Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher. Anotar na figura: Diante dos olhos : as coisas que viu e mais o impressionaram.Diante da boca : 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida. Diante da cabeça : 3 idéias das quais não abre mão. Diante do coração : 3 grandes amores.Diante das mãos : ações inesquecíveis que realizou. Diante dos pés : piores enroscadas em que se meteu. Colocar em plenário – Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?- Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?- Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que? Iluminação bíblica : Marcos 7, 32-37
ABRA O OLHO MEU IRMÃO

- Material:Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete.

- Observação: Possíveis leituras do Evangelho – Mc 10, 46-52 ou Lc 24, 13-34.

- Desenvolvimento:Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a “briga”, o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência.

- Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê.

Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?

Juri Simulado

Objetivos:
1- Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.
2- Exercitar a expressão e o raciocínio.
3- Desenvolver o senso crítico:
Participantes: (Funções)
Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.
Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.
Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação.
Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.
Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou inocente, definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituido por número impar:(3, 5 ou 7)
Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o juri, acompanham em silêncio.
Passos:
1- Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.
2- Orientação para os participantes.
3- Preparação para o júri.
4- Juiz abre a sessão.
5- Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta).
6- Advogado de defesa, defende o réu ou a ré.
7- Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
8- Intervenção de testemunhas, uma de acusação.
9- Advogado de defesa, retoma a defesa.
10- Intervenção da testemunha de defesa.
11- Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.
12- O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom, o que faltou.
13- Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.
Avaliação:
– Que proveito tiramos da dinâmica?
– O que mais nos agradou?
– Como nos sentimos?
– O que podemos melhorar?
DINÂMICAS 2

QUEM SOU EU?

Objetivo: Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor.
Passos:
1- Cada um recebe uma folha com o título: “Quem sou eu?”
2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco ítens em relação a si mesmo, que facilitem o conhecimento.
3- A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala, ao som de uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.
5-Logo após reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam.
Avaliação:
1- Para que serviu o exercício?
2- Como nos sentimos?

LOTERIA DE APRESENTAÇÃO

Objetivo 1- Favorecer o conhecimento entre os participantes de um grupo.
Passos
1- O coordenador entrega uma ficha e um lápis a cada participante, pedindo que escrevam seu nome e a devolvam à ele.
2- Entrega a seguir, o cartão de loteria, como o modelo abaixo:
e pede aos presentes que anotem o nome de seus companheiros à medida que forem lidos pelo coordenador, de acordo com as fichas entregues pelo grupo. Cada qual escreve no espaço que desejar.
3- Quando todos estiverem com o seu cartão pronto, o coordenador explica como jogar: conforme forem sendo repetidos os nomes dos participantes, cada um vai assinalando o cartão, no lugar onde consta o nome citado, como em uma cartela de bingo. A primeira pessoa que completar uma fileira, ganhará dez pontos.
O exercício poderá ser repetido várias vezes.
Avaliação 1- Para que serviu a dinâmica?

CARTÃO MUSICAL.

Objetivo 1- Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo.
Passos
1- Coordenador distribui um cartão, um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa. (Não pode ser apelido)
2- Os participantes sentam-se em círculo. O coordenador coloca-se no centro e convida os demais a cantar:

“Quando vim para este grupo, um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) eu o(a) chamei. Oh! amigo(a), que bom te encontrar, unidos na amizade iremos caminhar”(bis). (Melodia: Oh, suzana!!)

3- O coordenador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a canção, ajudada pelo grupo, repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.
4- A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira:

“Quando vim para este grupo, mais amigos encontrei, como eu não tinha nome, de …(cada um grita seu nome) eu o chamei. Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos lutaremos para o mundo melhorar (bis)”

Avaliação 1- Para que serviu a dinâmica? 2- Como nos sentimos?

EPITÁFIO

Objetivo 1- Apresentar os participantes de um grupo que vão trabalhar juntos.
Passos
1- O coordenador distribui uma folha de sulfite para cada participante do grupo e explica que cada um deve escrever seu epitáfio (lépide de seu túmulo).
2- Os participantes preparam seu epitáfio. Todos devem fazê-lo.
3- Uma vez escrito, prendem o epitáfio junto ao peito e passeiam pela sala, a fim de que todos leiam o epitáfio de todos.
4- No passo seguinte, as pessoas se reúnem, aos pares, com aqueles cujo epitáfio tenha coincidências com o seu. Conversam durante seis minutos.
5- Feito isso, a critério do coordenador cada par poderá reunir-se a outro e conversar por 10 a 12 minutos.
Avaliação 1- O que aprendemos com esta dinâmica? 2- Como nos sentimos após essa experiência?

APRESENTAÇÃO ATRAVÉS DE DESENHOS

Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.
Material: Uma folha para desenho e um lápis colorido ou caneta hidrocor para cada participante.
Desenvolvimento:
1.Distribuídos os materiais da dinâmica, o animador explica o exercício: Cada qual terá que responder, atrvés de desenhos, à seguinte pergunta:
Quem sou eu?
Dispoem de 15 minutos para preparar a resposta.
2.Os participantes desenham sua resposta
3. A apresentação dos desenhos é feita em plenário ou nas respectivas equipes. O grupo procura interpretar as resposta. Feita essa interpretação, os interessados, por sua vez, comentam a própria resposta.
4.Avaliação da Dinâmica:
– O que aprendemos com este exercício?

PRIMEIROS NOMES, PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Objetivos: – Conhecer os outros participantes do grupo.
– Descobrir o impacto inicial de alguém nos outros.
– Estudar fenômenos relacionados com primeiras impressões – sua precissão, seus efeitos, etc.
Passos:
1- O coordenador pede aos participantes sentados em círculo que se apresentem, dizendo seu nome e dois fatos marcantes de sua vida.
2- Coordenador pede que todos virem as costas (evitando que um veja os outros) e escrevam ao mesmo tempo, o primeiro nome de todos os participantes do grupo, à medida que deles se lembrem.
3- Voltando-se novamente para o grupo, procuram saber qual o nome, que ficou esquecido na lista. Podem pedir que as pessoas indiquem mais um fato a fim de melhor fazer a ligação com o nome.
4- O grupo discute os nomes, sentimentos ligados a eles, dificuldades que sentiram para lembrar de todos, suas reações em não ser lembrados, etc.
5- O coordenador distribui outra folha em branco, na qual devem fazer a lista dos nomes novamente, pedindo-lhes que acrescentem anotações em relação à primeira impressão que tiveram das pessoas, deixando a folha anônima.
6- As folhas anônimas serão recolhidas, e o coordenador irá lê-las em voz alta: Os membros poderão reagir sobre a precisão ou relatividade das impressões, sobre o que sentiram, o que lhes surpreendeu, etc.
7- O grupo discutirá a precisão dos dados da primeira impressão, os efeitos da mesma e suas reações sobre a experiência.
Avaliação: – Como estamos nos sentindo? – Do que mais gostamos?

PERSONAGENS

Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos; caso haja muitos participantes, formam-se equipes.
Material: O animador deve preparar, previamente, um pôster em que apareça uma figura humana sobre um ponto de interrogação. Um cartão para cada pessoa.
Desenvolvimento:
– Distribuído o cartão aos participantes, o animador passa à motivação do exercício.

“Raramente encontramos um ser humano que não admire alguém: um héroi, um santo, um cientista… ou mesmo pessoas comuns, mas cuja a vida lhe causou impacto. Hoje iremos apresentar ao grupo alguns comentários acerca dessa pessoa a quem admiramos, seja ela viva ou morta, não importa sua nacionalidade, nem tampouco seu prestígio junto a sociedade.”

- Convidam-se os presentes a anotarem no cartão o nome da personagem e as razões de sua admiração.
– Logo após, reúnem-se em equipe e cada qual indica sua personagem e os motivos de sua admiração, após o que, os demais podem fazer perguntas. É preciso evitar que as preferências das pessoas sejam questionadas.
4- Avaliação da experiência:
– Para que serviu o exercício?

CARTÕES POSTAIS

Objetivos – Quebrar gelo – Integrar os participantes do grupo.
Passos
1- O coordenador fixa cartões postais numerados num lugar visível ao grupo.
2- Coordenador convida os presentes a observarem em silêncio os postais,. escolhendo cada qual o que mais lhe agrada e também aquele de que menos gosta. Cada um escreve no caderno, o porquê da escolha.
3- O grupo observa e escolhe os postais, de acordo com a orientação do coordenador.
4- No plenário, cada pessoa comenta sua escolha; em primeiro lugar, indicam os postais que não lhes agradaram e, a seguir, aqueles de que mais gostaram.
Avaliação
– O que descobrimos acerca dos demais, através desse exercício?
– Como nos sentimos?

A FOTO PREFERIDA

1- Objetivos:
– Começar a integração do grupo, partindo do conhecimento mútuo.
– Romper o gelo desde o princípio, a fim de desfazer tensões.
2- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos; se os participantes forem numerosos, convém organizar-se em equipes.
3- Material: Oito fotografias tamanho pôster, numeradas, apresentando cenas diversas, colocadas em lugar visível a todos.
4- Desenvolvimento:
– A motivação é feita pelo animador, com as seguintes palavras: “Em nossa comunicação diária, nós nos servimos de símbolos para expressar coisas, identificar pessoas, acontecimentos e instituições: neste momento, vamos fazer algo semelhante”.
– Convida os presentes a observarem as fotografias em silêncio e escolher aquela com que melhor se identificarem.
– A seguir, em equipe, cada qual indica a foto escolhida e faz seus comentários sobre ela. Os demais participantes podem interverir, fazendo perguntas.
5- Avaliação: – Para que seviu o exercício? – Como nos sentimos durante a experiência?

A PALAVRA CHAVE

1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.
2- Material: Oito Cartões para cada equipe. Cada um deles contém uma palavra: Amizade, liberdade, diálogo, justiça, verdade, companheirismo, bravura, ideal, etc. Os cartões são colocados em um envelope.
3- Desenvolvimento:
– O animador organiza as equipes e entrega o material de trabalho.
– Explica a maneira de executar a dinâmica. As pessoas retiram um dos cartões (do envelope); cada qual fala sobre o significado que atribui à palavra.
– A seguir, a equipe escolhe uma das palavras e prepara uma frase alusiva.
– No plenário, começa-se pela apresentação de cada equipe, dizendo o nome dos integrantes e, em seguida, a frase alusiva à palavra escolhida.
4- Avaliação: – Para que serviu o exercício? – Como estamos nos sentindo?

CONHECER PELAS FIGURAS

1- Objetivo:
– Conhecer pelas figuras.
– Quebrar gelo
2- Passos:
– Espalhar pela sala vários recortes de jornais, revistas, folhinhas, propagandas, etc (as figuras devem ser as mais variadas possível, com temas bem diferentes, para dar maiores possibilidades de escolha aos participantes).
– Os participantes passam diante das figuras, observando-as atentamente. Uma música de fundo para favorecer o clima.
– Dar tempo suficiente para conhecer todas as figuras, o coordenador dá um sinal e cada participante deverá apanhar a figura que mais lhe chamou a atenção.
– Formar pequenos grupos e cada participante vai dizer para seu grupo por que ecolheu a figura.
– O grupo escolhe alguém para anotar a apresentação de cada um e expor em plenário.
– Faz-se um plenário onde o representante de cada grupo apresenta as anotações e a figura que representa o pensamento do grupo.
– O coordenador faz um comentário final, aproveitando tudo o que foi apresentado e chamando a atenção para aquelas figuras que estão mais relacionadas.
3.Avaliação: – Como nos sentimos ?? – Que proveito tiramos dessa dinâmica ??

1,2,3…
Este é um jogo divertido e interessante que foi idealizado e sistematizado por Eduardo Carmello, consultor e diretor da Entheusiasmos, especialista em Programas de Qualidade de Vida e Gerenciamento do Estresse.

Trata-se de um eficientíssimo exercício de Inteligência Intra e Interpessoal que ainda serve esplendidamente para aberturas de cursos e seminários de forma leve e dinâmica.

Primeiro peça aos participantes que escrevam numa folha as palavras: Energia; Atenção/Concentração e Abertura: de coração e mente. Então, peça-lhes que façam um exercício de Inteligência Intrapessoal, dando uma nota de 0 a 10 para cada um deles neste exato momento com toda a honestidade, sabendo que ninguém verá estas notas. Agora proponha o jogo do 1, 2, 3 descrito a seguir:

1ª rodada:

Escolham 1 parceiro(a), ficando um de frente para o outro. Um dos dois iniciará dizendo o n.º 1, o outro na sequência dirá o n.º 2 e o 1º dirá, na sua vez o n.º 3. Assim, consecutivamente;

Sempre que um dos dois parceiros, titubear, adiantar-se, atrasar ou falar ao mesmo tempo que o parceiro da vez, o que quebrou a fluência pára, respira funda, sacode um pouco os ombros e retoma do n.º 1.

O objetivo do jogo é fazer fluir cada vez mais e melhor a “comunicação” simbolizada pela citação dos números.

2ª rodada:

Nesta rodada, cada vez que um dos dois a seu tempo disser o n.º 1, baterá uma palma;

3ª rodada:

Mantendo a palma no n.º 1, dê um pulinho quando disser o n.º 2;

4ª rodada:

Mantendo a palma no n.º 1 e o pulo no n.º 2, abaixe-se quando disser o n.º 3.

Dê aproximadamente 30 seg. para as duplas em cada rodada. Elas se divertirão e rirão, possibilitando o quebra-gelo inicial. Então, oriente-os para que dialoguem por mais 30 seg. buscando a melhor forma de retomar para conseguir melhores resultados.

Observe como as duplas estão desempenhando o solicitado. Se estiverem se saindo relativamente bem e entusiasmadas, o desafio é maior e o estímulo também, fazendo as 3 rodadas antes do diálogo de 30 seg. Mas se estiverem encontrando dificuldade (considere a porcentagem de duplas com dificuldade), então, prefira parar na 2ª rodada e guarde a 3ª para novos encontros e treinamentos com o mesmo grupo. Lembre-se: Ninguém aprendeu a andar, correndo. Começa-se engatinhando.

Objetivos a que este jogo atende:

Aquecer os integrantes de um grupo de forma descontraída, mantendo um confortável distanciamento que pessoas que não se conhecem costumam preferir;

Favorecer um início de trabalho, quase sempre constrangedor, mas com a aproximação necessária para que haja qualidade na interação, aliás, para que se inicie uma interação antes de mais nada;

Treinar a agilidade física e mental (reflexo) tão conveniente para profissionais atuando em tempos “de” e “como” agentes de mudança.

Pelo princípio da Psicologia sistematizada pela Neurolinguística, ativar e alinhar os 3 canais (Visual, Auditivo e Cinestésico) pelos quais as pessoas aprendem, se comunicam e compreendem o mundo à sua volta;

Treinar e desenvolver a capacidade de atenção, concentração e observação;

Trata-se de um Jogo Cooperativo onde não deve haver um ganhador e um perdedor. Pode, portanto, ser utilizado para demonstrar a importância de se estabelecer um ritmo para que o trabalho possa fluir;

Funciona também como gerenciador de estresse, fazendo com que, as pessoas se divirtam, riam um pouco, usem a imaginação e a criatividade (na hora de conversar sobre como e o que fazer para melhorar a fluência no exercício);
Em outro contexto, por exemplo no meio de um treinamento expositivo teórico, este pequeno exercício pode ser utilizado como vitalizador ou ativador após aquele período de 15 min. em que o participante tende a dispersar (Ciclos Ultradianos), para trazer de volta sua capacidade de atenção concentrada;

Quando se inclui 30 seg. para que os participantes conversem sobre como poderiam fazer para melhorar seus resultados, potencializa a integração e a excelência nas relações humanas.

Terminado o jogo, peça às pessoas que reavaliem suas notas nos itens anteriores, e descubra a grande diferença que o exercício fez! Boa sorte, bom divertimento e sucesso!

O JOGO DOS AUTÓGRAFOS
Objetivos

Transformar atitude competitiva em cooperativa;
Mostrar ao grupo que a atitude condicionada é a competitiva, mas que ela pode ser revista e transformada;
Demonstrar através dos sentimentos positivos gerados pelo sucesso conjunto que a atitude cooperativa é melhor, mais saudável, mais ecológica e mais produtiva que a competitiva ou a omissa;
Estimular a formação de equipes coesas e times fortes de trabalho.
Consigna

ANTES DE COMEÇAR:

Coloque uma resma de papel sulfite no centro da sala ou em cima de uma mesa junto com uma caixa de canetas e diga ao grupo:

AQUI TEM PAPEL E CANETA.

O OBJETIVO É:

Obter o maior número possível de autógrafos numa folha de papel;

Não vale autógrafo repetido;

O tempo será de 1’ e eu só começarei a marcar quando o grupo todo disser que está pronto.

Então, deixe o grupo se preparar sem induzir qualquer comportamento. Caso alguém comece a manifestar interesse em fazer mais alguma pergunta, diga apenas que a estratégia é uma decisão do grupo.

Quando acabar o tempo, vá ao flip chart e faça uma tempestade de idéias ou “toró de parpite” como diriam em Minas, levantando todas as dificuldades que o grupo considera que teve para alcançar seu objetivo.

Então, dê-lhes o tempo de que precisarem para planejar e se organizar para o 2º tempo (À propósito, a metáfora de 1º e 2º tempo, estamos no vestiário no intervalo do 1º tempo, etc. É muito útil para envolver mais o grupo no jogo e estimular a participação e o elemento lúdico). Como só interessa o sucesso que o grupo obtiver com seus próprios recursos internos, resista bravamente a interferir de qualquer forma que seja. Deixe que o grupo resolva sozinho. Apenas se ninguém se der conta de que não é preciso que seja uma folha para cada um, você pode solicitar à pessoa que lhe pareça mais “esperta” ou perceptiva que leia em voz alta para todo o grupo o objetivo com calma. Veja se ela percebeu que pode ser NUMA (em uma) folha de papel. Se não peça-lhe que leia até que “caia a ficha” (insight) ou à alguém mais no grupo. Depois volte a deixá-los livres e soltos para buscar suas soluções.

Quando terminar, utilize o esquema das “Carinhas” no flip chart e as considerações abaixo:

CONTIINUA COM A TABELA ABAIXO
PADRÕES DE PERCEPÇÃO-AÇÃO
Se a ação é
A percepção será
Omissão Cooperação Competição
Visão do jogo É impossível Possível para todos Parece possível para um
Objetivo “Tanto faz” Ganhar…juntos Ganhar…do outro
O outro “Quem?” Parceiro, amigo Adversário, inimigo
Relação Indiferença. Cada um na sua Interdependência parceria Dependência Rivalidade
Ação Ser
“jogado”
Jogar…
COM
Jogar…
contra

Clima do jogo “Chato” Ativo Tenso, estressante
Resultado Continuísmo Sucesso compartilhado Ilusão de vitória individual
Conseqüência Alienação Vontade de continuar jogando Vontade de acabar com o jogo
Motivação essencial Fuga Amor Medo
Símbolo Muralha Ponte Obstáculo

Tempo: 1’ para o “1º tempo”; tempo livre para o levantamento de dificuldades e soluções; 1’ para o 2º tempo; aproximadamente 20’ para o debriefing (considerações e analogias com o dia a dia do participante) – tempo estimado para até 50 participantes no grupo.

COMPOSIÇÃO DE ESTÁTUA
Objetivos:Um dos exercícios mais poderosos em termos de impacto no grupo e dos que melhores feedback’s e analogias obtém do grupo. Por isso mesmo, seu principal objetivo é trabalhar a importância de compor tarefas e responsabilidades com os demais membros de uma equipe, sem tentar modificá-los. Partindo de onde o outro já está, integrar-se com ele, usando a criatividade, a flexibilidade e a pré-disposição para mudanças rápidas.

É muito importante a consigna neste exercício. Se alguém tentar mudar a estátua do seu parceiro(a), poderá estar demonstrando inconscientemente sua tendência a conduzir, mas também sua dificuldade em perceber, aceitar e, as vezes até, respeitar o modo de ser da outra pessoa. Portanto, este exercício, quando bem observado e explorado, permite um diagnóstico de situação, monitoramento das relações e/ou percepção de características de personalidade ligadas à estilos de liderança (em Seleção de pessoal, por exemplo);

É, por excelência um exercício de reflexo, percepção, flexibilidade, criatividade e mudança por suas características de agilidade, imprevisibilidade, liberdade total para criar, decidir e aplicar essas decisões. É claro que tudo isso acontece numa fração de segundo, o que ainda favorece a agilidade na tomada de decisões.

Para entender todas estas colocações, é fundamental esclarecer que esse trabalho baseia-se nas mais recentes descobertas sobre o funcionamento do cérebro e da mente: O cérebro aprende por Generalização, Omissão e Distorção. Uma vez que ele desenvolva uma estratégia em dada circunstância, não irá aprender novamente (ex.: dirigir carros, abrir e fechar portas, acender e apagar luzes, etc.), apenas transferirá a estratégia aprendida para quaisquer circunstâncias similares com as quais se depare e em quaisquer áreas de vida.

Consigna:

Explicar a finalidade do exercício (é útil e importante “alimentar” o hemisfério esquerdo de informação para que ele “libere” o direito para “brincar”);

Juntem-se em pares;

Uma pessoa da dupla fará uma estátua;

A outra observará por milésimos de segundo e, o mais rápido possível, vai compor uma nova estátua SEM MODIFICAR A POSIÇÃO DE SEU/SUA PARCEIRO(A);

Para que a 1ª pessoa que fez a estátua saiba que o(a) parceiro(a) está pronto(a), este(a) o(a) tocará levemente;

Ao se perceber tocada, a pessoa vai imediatamente desfazer, sair de sua posição para olhar, também rapidamente a nova posição do(a) colega e compor uma nova estátua e assim consecutivamente.

SAMBALELÊ & ESQUINDÔ
Objetivo:

Os mesmos descritos no 1, 2, 3 e Caminhar de Integração e Aquecimento, porém com consigna mais obviamente voltada para a integração com foco na memorização e fixação dos nomes. Consigna: Andando pela sala, sempre que ouvir o comando “2 a 2″, encontre rápido um par; Serão formadas 3 parcerias diferentes; – 5 min.Ao comando “Sambalelê” apresente-se ao seu par dizendo seu nome e, ao comando “Esquindô”, encontre seu par e diga o nome dele(a); – 10 min. Recursos: Nenhum

Obs.: Este exercício pode ser combinado com uma dinâmica de apresentação conforme descrição em “Atividade de Integração e Quebra-gelo”

FLUIDEZ NA RODA
Objetivos Continuar o processo de aquecimento do grupo e do corpo Relaxamento

Continuar processo de entrega do corpo à música

Continuar o processo de integração corpo-mente-movimento com a música para promover a Gestalt e a repercussão orgânica necessária para a transformação que se busca.

Identificar, entender, aceitar e acompanhar ritmos diferentes do seu próprio.

Trabalhar a sinergia do grupo, embora cada um ainda esteja muito consigo mesmo.

Consigna
Vá abrindo a roda, deixando que as mãos fiquem levemente tocadas, de modo que você tenha liberdade para os movimentos seguintes, mas não interfira no ritmo e movimentos dos seus pares laterais.

Ainda de olhos fechados, vá ouvindo a música e deixando que ela entre na sua cabeça e em todo o seu sistema.

Quando sentir que ela entrou, vá se permitindo movimento fluidos de braços e corpo, lembrando que você tem cabeça, pescoço, ombros, quadris e tudo o mais que pode também acompanhar estes movimentos.

Então, flua com o grupo, mantendo o movimento até que a música pare completamente dentro de sua cabeça.

CAMINHAR DE INTEGRAÇÃO E AQUECIMENTO
Objetivos: Como o próprio título já diz, integrar e aquecer. Os princípios são os mesmos do 1, 2, 3, porém com maior intensidade de contato e aproximação. Consequentemente, melhor Qualidade de integração e descontração. Como nosso trabalho está intrinsecamente ligado aos princípios da Neurolinguística, este exercício também trabalha o Rapport (estabelecimento de relações harmoniosas e empáticas entre as pessoas). Todas as atividades foram “desenhadas” como ferramentas de gerenciamento do estresse. Neste exercício, como o foco de atenção está na consigna de formar um par o mais rápido possível, manter o clima e acompanhar o pé direito do par, as pessoas não se dão conta de que estão interagindo com todo mundo. Com a atenção e a concentração voltadas para os comandos e a necessidade de pertencer, fazer parte do jogo (uma necessidade social segundo Maslow das mais poderosas), os participantes se escolhem por proximidade física e geográfica, derrubando, inconscientemente as barreiras sociais, econômicas e/ou culturais que eventualmente venham a existir no grupo. Consigna: Esclarecer sobre os principais objetivos do exercício (integração, aquecimento, atenção, concentração e reflexo); Nós vamos agora andar pela sala, formando várias duplas São só 3 regras a observar: Andar 2 a 2; no clima e manter o pé direito sincronizado com o de seu/sua parceiro(a A cada comando de “TROCA”, escolher O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL, outra pessoa para continuar o exercício; Eu vou ser o seu estresse. Vou fazer de tudo pra você perder a concentração e você vai fazer de tudo para mantê-la;

HARMONIZAÇÃO FINAL
Objetivos: Finalizar mantendo e até superando a margem de integração inicial;Mostrar aos participantes a questão da qualidade como um uma atitude interna e pessoal que cada um coloca – ou não – naquilo que faz;Trabalhar com movimentos específicos e especialmente desenhados para o controle do estresse;
Sensibilizar para o início de um trabalho comportamental, particularmente de equipe ou ético;

Consigna:
Vamos fazer uma roda;
Virem para a esquerda;
“Cobrir” a pessoa à sua frente
Massagea-la;
Idem para a direita;
Voltar-se para o centro e bater uma palma todos ao mesmo tempo;
Esfregar as mãos, passando-a dos pés ao topo da cabeça;
Inspirar e jogar aquilo que não quiser fora (repetir 3 vezes);
Finalizar batendo uma palma sem esfregar, passando pelo centro;
Esticar os braços o máximo possível e descê-los até o peito

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