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Dinâmicas Diversas III

1. CRUELDADE

Objetivos: Ao mesmo tempo em que as pessoas se descontraem, observar a importância do respeito ao outro.
Material:Papel e lápis para todos.
Como Fazer:
1- O coordenador da dinâmica explica que cada um terá que elaborar uma prova ridícula e aborrecida para um dos companheiros do grupo.
2- Explica que tipo de coisas podem ser propostas.
3- Uma vez escritas as provas, o líder recolherá os papéis e, muito “cruelmente”, anunciará que foi modificado o regulamento do jogo, sendo que cada um terá que realizar a própria prova.
Observação:O coordenador da dinâmica poderá substituir a realização das provas por uma análise de como cada um se sentiu ao saber que havia sido alterado o regulamento.

2. MANCHA OU PONTO

Objetivo:Oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida…
Material:Bem no centro da mesa, uma folha branca com um ponto escuro ou mancha.
Como Fazer:
a) Mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.
b) Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.
c) Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Pedir, então, que tirem conclusões práticas.
Exemplo:Em geral, nos detemos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.
Palavra:
1Cor 3,1-4 e Salmos 51

3. VALORES

Objetivo:Reconhecer os valores e qualidades.
Material:Cartões com valores escritos.
Como Fazer:
a) Cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua.
b) Deixar um momento para a reflexão pessoal.
c) Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor.
d) Só no final da dinâmica, alguns guardam para si, outros souberam reconhecer este valor em outra pessoa, outros até dividem o cartão com quem tem o mesmo valor.
Palavra:
1Cor. 12,4-11 e Lucas 1, 46-55

4.A MALETA

Objetivo:Conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares, não estimulando o compromisso solidário.
Material:Uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lápis sem ponta, duas folhas de papel em branco, dois apontadores iguais.
Como Fazer:
a) Forma-se duas equipes.
b) A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta.
c) A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais.
d) O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a seguinte: Ambas deverão escrever: “Eu tenho Pão e Trabalho”.
e) A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador.
f) A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível.
Palavra:2cor 9, 6-9 e salmos 146

5.ARTISTA

ObjetivoMostrar a todos que se não tivermos Deus em nossa vida tudo fica fora do lugar.
Material:Lápis e papel.
Como Fazer:
a) O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos.
b) Pede a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma casa.:
– Nessa casa coloque janelas e portas.
– Ao lado da casa desenhe uma árvore.
– Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.
– Uma pessoa com olhos, nariz e boca.
– Por fim pede para escreverem a seguinte frase: SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.
c) Pede para abrirem os olhos e fazerem uma exposição dos desenhos passando de um por um.
Comentário:Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas.

6. EU SOU ALGUÉM

Finalidade: Perceber os valores pessoais; perceber-se como ser único e diferente dos demais.
Material: Folhas de papel e lápis.
Descrição:

1 – Em círculo, sentados.
2 – Distribuir uma folha para cada um, pedindo que liste no mínimo dez características próprias. Dar tempo.
3 – Solicitar que virem a folha, dividam-na ao meio e classifiquem as características listadas, colocando de um lado as que facilitam sua vida e do outro as que dificultam. Dar tempo.
4 – Em subgrupos, partilhar as próprias conclusões.
5 – Em plenário: – Qual o lado que pesou mais? – O que descobriu sobre você mesmo, realizando a atividade?

Comentários:

1 – A consciência de si mesmo constitui-se no ponto inicial para cada um se conscientizar do que lhe é próprio e das suas características. Com este trabalho é possível ajudar aos participantes a se perceberem, permitindo-lhes a reflexão e a expressão dos sentimentos referentes a si próprios.
2 – Deve ser utilizada em grupos menores, cerca de vinte participantes.
Fonte: “Dinâmica de Grupos na Formação de Lideranças”, Ana Maria Gonçalves e Susana Chiode Perpétuo, DPeA editora.
* Dinâmica publicada junto ao artigo da página 16, edição de Setembro de 2003.

7. DINÂMICA DE APROFUNDAMENTO

1 – Escutar (se possível) e/ou ler a música “Fábrica”, de Renato Russo. Depois, conversar sobre as expectativas de cada um(a) em relação ao ingresso no mercado de trabalho. O que espero? Quais caminhos profissionais “eu espero trilhar?”
Observação: se alguma(s) pessoa(s) do grupo já trabalha(m), pode(m) contar a sua experiência de ingresso e realização no trabalho (como se sente, problemas, vitórias).

2 – Cada participante fala sobre a profissão ou profissões que gostaria de ter. Depois, o grupo busca informações sobre as profissões citadas. Além disso, o grupo pode buscar mais informações sobre as “profissões do futuro”, citadas na entrevista (pags. 12 e 13) da edição de Agosto de 2003 do jornal Mundo Jovem.
Observação: este trabalho de busca de informações sobre as profissões (o que é, os requisitos que exige, localização, salário etc.) pode se prolongar por vários encontros, dependendo do grau de aprofundamento que os participantes quiserem ter sobre o tema.

3 – A partir da leitura da crônica “O louco”, de Kahlil Gibran, conversar sobre a influência dos adultos, sobretudo, os pais, na sua escolha profissional. Em que ajuda? Em que atrapalha?

Observação: quem coordena o encontro pode preparar com antecedência uma encenação da crônica: “O louco”.
Artigo publicado na edição de Agosto De 2003, Página 14.

8. DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO

Objetivo: Oportunizar um maior conhecimento de si mesmo e facilitar melhor relacionamento e integração interpessoal.

Material necessário: Lápis e uma folha de papel em branco para todos os participantes.
Tamanho do grupo: Trinta a quarenta pessoas, aproximadamente.
Tempo exigido: Uma hora, aproximadamente.
Ambiente físico: Uma sala, com carteiras, suficientemente ampla, para acomodar todos os participantes.
Descrição da dinâmica:
1. O facilitador explicita o objetivo e a dinâmica do exercício.
2. Em continuação, pede que cada um escreva, na folha em branco, alguns dados de sua vida, fazendo isso anonimamente e com letra de fôrma, levando para isso seis a sete minutos.
3. A seguir, o facilitador recolhe as folhas, redistribuindo-as, cabendo a cada qual ler em voz alta a folha que recebeu, uma por uma.
4. Caberá ao grupo descobrir de quem é, ou a quem se refere o conteúdo que acaba de ser lido, justificando a indicação da pessoa.
5. Após um espaço de discussão sobre alguns aspectos da autobiografia de cada um, seguem-se os comentários e a avaliação do exercício.

*Extraída do livro: “Relações Humanas Interpessoais, nas convivências grupais e comunitárias”, de Silvino José Fritzen, Editora Vozes:

9. OS BICHOS

No cotidiano da vida precisamos reconhecer os diferentes papéis e também, quando necessário, mudar nossas atitudes para crescer. Vamos observar os bichos! Eles ajudam a ver como somos muitas vezes, positiva ou negativamente, em nossos encontros. Podemos seguir estes passos:

Passos metodológicos:
1. Distribuir aos participantes a lista de alguns bichos, conforme descrita abaixo. Ler em silêncio o texto e escolher 3 bichos que apresentam as características que mais se assemelham aos integrantes do grupo.
2. Eleger os 3 bichos mais indicados e formar três grupos. Cada grupo deverá aprofundar as características de um dos bichos, como elas se manifestam no cotidiano da vida. Claro que muitas de nossas atitudes são inconscientes, mas isso não significa que elas não possam ser mudadas.
3. Os 3 grupos devem apresentar (de forma bem criativa) as características do bicho escolhido. Em seguida, em plenário, todo grupo faz comentários sobre o assunto.

COBRA: É traiçoeira, perigosa, esperta e oportunista. Envenena o grupo. É fofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.
GATO: É companheiro prestativo, carinhoso e muito esperto.
BORBOLETA: Sempre está voando. Por isso não é acomodada. Alegra o ambiente com seu jeito de ir ao encontro de todos.
PAPAGAIO: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprende o que os outros fazem, tanto o bem como o mal.
CAVALO: Dá patada em todos. Às vezes é bom de serviço. Mas é muito bruto.
PAVÃO: Fica sempre de leque aberto. Mostra sempre sua cultura. Acha que é o mais bonito, mais inteligente, aquele que sabe mais.
BOI: Sossegado, tranqüilo, não sabe da força que tem. É esforçado e topa qualquer trabalho.
POMBO: Vive de conversinhas com o companheiro(as) do lado. Só vive de par.
URUBU: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim. Quer ver o grupo morrer.
FORMIGA: Operária, trabalhadeira, ativista. Faz, faz sem pensar e acaba destruindo muita coisa boa. Trabalha, trabalha sempre em grupo, mas não avalia, nem planeja.
GALINHA-D’ANGOLA: Fala a mesma coisa o dia inteiro: “tô fraco”… Não acredita em si mesma, mas tem que falar.
PATO: Caminha lentamente, sempre pateta. Quer sombra e água fresca; promete e não cumpre. Não se envolve com nada e nunca quer saber de nada.
CIGARRA: Só gosta de cantar, é omissa. O mundo pode acabar ela não se preocupa: é aproveitadora.
MACACO: Espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial. Sempre faz rir, ninguém o leva a sério. Anima, mas termina irritado. No fim está amuado e sem graça.
LEÃO: Sempre o mais poderoso, o rei de todos, domina a todos os animais, e agarra as pessoas pelas presas. Faz tudo sozinho, quando urra todos os participantes se calam.
RATINHO: Estraga tudo, destrói. Fica sempre escondido pelos cantinhos. Tem muito medo do leão e dos outros animais. Passa pelo grupo sempre em disparada.
HIENA: Não tem opinião própria. Adora o Leão e é puxa-saco. Gosta sempre de quem está no poder. Ri dos outros.
CORUJA: Não fala, mas presta muita atenção. Nunca dá sua opinião. Fica sempre de cara feia. Não liga para ninguém, não contribui com nada.
LAGARTIXA: Abana a cabeça mas não fala, concorda com tudo e sempre diz: “É isto mesmo”.

10. AS QUALIDDADES (Dinâmica de Auto-conhecimento)

Objetivo: Valorizar e valorizar-se

Desenvolvimento:
a- entregar um pequeno papel para cada participante.
b- Pedir para cada um escrever 04 qualidades que pensa ter.
c- Pedir para um por um dizer essas qualidades para o grupo, comunicando-se bem. (os participantes observam e escutam o outro com atenção)
d- Perguntar como se sentiram ao falar e observar o outro. O que sentiram e o que perceberam. Deixar todos exporem as suas idéias.
e- Pedir novamente que escrevam mais quatro qualidades sem repetir as primeiras.
f- Ler novamente para todos um por um.
g- Refletir sobre a necessidade de descobrir os próprios dons e de desenvolvê-los.
Pais e educadores como tratam, como se relacionam com os filhos e educandos?
Nossa educação foi positiva ou negativa?
É importante não ficar muito no negativo
Temos que valorizar e valorizar-se.

11. PINTANDO O OUTRO (Dinâmica de auto-conhecimento)

Objetivos

1. Conhecer-se e conhecer o outro;
2. Maior integração do grupo;
3. Despertar curiosidade e interesse pelo outro.

Passos Metodológicos

1. Distribuição de tiras de papel, pedindo que cada um escreva nela o seu nome;
2. Recolhê-los e colocá-los no meio da sala com o nome virado para baixo:
3. Pedir que alguém misture bem os papéis e, depois todos retiram um nome;
4. Pedir que todos se levantem e façam um passeio pela sala lendo os crachás dos presentes para reconhecer a pessoa que sorteou (permanecer em segredo);
5. Distribuir uma folha de papel ofício para cada participante;
6. Cada um desenha o rosto da pessoa sorteada;
7. Exposição de todos os desenhos na sala, na lousa…
8. Leitura dos “símbolos”:
a) o grupo deve identificar os desenhos com os participantes. É imagem do indivíduo perante o coletivo;
b) ver quem acertou. Explicação por parte do desenhista.
9. Tempo para colocações gerais sobre a dinâmica:
a) que conclusões podemos tirar desta dinâmica? Qual o objetivo dela?
b) o que senti ao realizar esta dinâmica?
c) como vi meu companheiro sorteado?

Nota A revelação poderá, também, ser feita somente no final do encontro, montando um esquema de revelação.

12. OS BOMBONS
(Dinâmica de reflexão)

Objetivos · Capacidade de observação; · Vivência num mundo classista; · Reflexão sobre a realidade social.

Material – Um quilo de balas.

Passos Metodológicos
a) Do grande grupo escolher uma boa parte para a vivência da dinâmica. Com este grupo, prosseguir da seguinte forma:
b) Formar três grupos (Não falar nada): 1- o grupo menor (classe burguesa); 2- o grupo um pouco maior (classe média); 3- o grupo formado pela maioria grupo pobre.
c) O 1º grupo (1) recebe excesso de balas; o 2º grupo (2) recebe uma quantia que dá, mais ou menos, para todos; o 3º grupo (3) recebe uma quantia que é totalmente insuficiente.
d) Deixar que o grupo mesmo se dê conta do que está acontecendo e observar as reações.
e) O grupo que não participa da dinâmica (grupo observador) anota todos os fatos que acontecem.

Em plenário

1) Aos que vivenciaram a dinâmica, perguntar:
– o que sentiram? como se sentiram? o que representa cada grupo? como reagiram diante da situação vivenciada?

2) Ao grupo observador, perguntar:
– o que viram? Que fatos, atitudes chamaram a atenção?

3) Perguntar a todos:
– Que lições podemos tirar daquilo que vivemos nesta dinâmica? (Se possível anotar no quadro negro e sistematizar ).

13. FOTOLINGUAGEM – COMUNICAÇÃO

Objetivo: Olhando para as fotos sobre a realidade que se vive, aprender a ligar dois ou mais fatos e ter uma opinião sobre eles.

Material necessário: Fotos de jornais e revistas espalhadas por toda a sala.
Número de participantes: Se houver mais de oito pessoas, deve-se subdividir em grupos de cinco.
Descrição da dinâmica: Os participantes passeiam pela sala, olhando as fotos e escolhem duas fotos que tenham ligação entre si.
Depois, durante 7 minutos, pensam nas seguintes questões:

a) Que realidade me revelam?
b) Qual a ligação entre elas?
c) Por que me identifiquei com elas?

Cada um apresenta as fotos e as conclusões às quais chegou. O restante do grupo pode questionar a ligação dos fatos entre si e fazer uma duas perguntas para clarear melhor as afirmações.

Agenda da Juventude,
CCJ, São Paulo, 2000.

14. MINHA BANDEIRA PESSOAL

Finalidade: Possibilitar aos participantes a identificação das suas habilidades e limitações.

Material Necessário: Fichas de trabalho, lápis preto, lápis de cor, borrachas.

Descrição:

1. Grupo espalhado pela sala. Sentados. Dar a cada participante uma ficha de trabalho. Distribuir o material de desenho pela sala.

2. Explicar ao grupo que a bandeira geralmente representa um país e significa algo da história desse país. Nesta atividade cada um vai construir sua própria bandeira a partir de seis perguntas feitas pelo coordenador.

3. Pedir que respondam a cada pergunta por intermédio de um desenho ou de um símbolo na área adequada. Os que não quiserem desenhar poderão escrever uma frase ou algumas palavras, mas o coordenador deve procurar incentivar a expressão pelo desenho.

4. O coordenador faz as seguintes perguntas, indicando a área onde devem ser respondidas:
– Qual o seu maior sucesso individual?
– O que gostaria de mudar em você?
– Qual a pessoa que você mais admira?
– Em que atividade você se considera muito bom?
– O que mais valoriza na vida?
– Quais as dificuldades ou facilidades para se trabalhar em grupo?
Dar cerca de vinte minutos para que a bandeira seja confeccionada.

5. Quando todos tiverem terminado, dividir o grupo em subgrupos e pedir que compartilhem suas bandeiras.

6. Abrir o plenário para comentar o que mais chamou a atenção de cada um em sua própria bandeira e na dos companheiros. Contar o que descobriu sobre si mesmo e sobre o grupo.

7. No fechamento do encontro, cada participante diz como se sente após ter compartilhado com o grupo sua história pessoal.
Comentários:
1. Tomar consciência das suas habilidades e limitações propicia um conhecimento mais aprofundado sobre si mesmo, suas habilidades, facilitando as escolhas que precisa fazer na vida.

2. Feita dessa forma, a reflexão torna-se prazerosa, evitando resistências. É um trabalho leve e ao mesmo tempo profundo. Permite que o grupo possa entrar em reflexões como a escolha profissional.

15. CAÇA AO TESOURO

Objetivo: ajudar as pessoas a memorizarem os nomes umas das outras, desinibir, facilitar a identificação entre pessoas parecidas.
Para quantas pessoas: cerca de 20 pessoas. Se for um grupo maior, é interessante aumentar o número de questões propostas.
Material necessário: uma folha com o questionário e um lápis ou caneta para cada um.
Descrição da dinâmica: o coordenador explica aos participantes que agora se inicia um momento em que todos terão a grande chance de se conhecerem. A partir da lista de descrições, cada um deve encontrar uma pessoa que se encaixe em cada item e pedir a ela que assine o nome na lacuna.
1. Alguém com a mesma cor de olhos que os seus:
2. Alguém que viva numa casa sem fumantes:
3. Alguém que já tenha morado em outra cidade:
4. Alguém cujo primeiro nome tenha mais de seis letras:
5. Alguém que use óculos:
6. Alguém que esteja com uma camiseta da mesma cor que a sua:
7. Alguém que goste de verde-abacate:
8. Alguém que tenha a mesma idade que você:
9. Alguém que esteja de meias azuis:
10. Alguém que tenha um animal de estimação (qual?):
Pode-se aumentar a quantidade de questões ou reformular estas, dependendo do tipo e do tamanho do grupo.
Obs.: A dinâmica foi tirada do subsídio “Dinâmica em Fichas” – Centro de Capacitação da Juventude (CCJ) – São Paulo – Site na internet: http://www.oneworld.org/ccj

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