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Suicídio Profissional

– A falta de bom senso pode destruir uma carreira –   A era da empregabilidade gera algumas competências e destrói outras. Mas não exclui o bom senso. Ele pode fazer a diferença na hora de o executivo manter ou não o emprego. A seguir, alguns exemplos de executivos que cometeram escorregões fatais em suas carreiras:

  • Jorge do Carmo era diretor-superintendente da Sharp em fevereiro do ano passado. Ao voltar de suas férias, ele soube que José Maurício Machline pretendia deixar a presidência do conselho de administração do grupo. Sua reação: “Só aceito o Jorge ou quem o Jorge indicar na presidência do conselho”. Ele disse isso a Machline, que afirma ter pensado na hora o seguinte: “Que Jorge, o Benjor?”. O Jorge, no caso, era o próprio executivo. O episódio terminou com a demissão de Carmo.

  • O headhunter Winston Pegler indicou um executivo paulista para um emprego numa empresa carioca. A entrevista com o presidente da companhia foi uma maravilha. Mas, durante o vôo rumo a São Paulo, o executivo bebeu e foi inconveniente com as aeromoças. Resultado: quando o avião aterrissou em São Paulo, o executivo já não era mais candidato.

  • Em 1992, Stephen Chao era uma estrela em ascensão na Fox, a rede de televisão americana. Mas, segundo a revista Fortune, cometeu um erro fatal. Durante uma reunião do conselho, Chao ilustrou sua apresentação com um strip-tease de modelo masculino. Para o conservador Rupert Murdoch, dono da Fox, foi o fim. Chao foi demitido na hora.

  • Um empregado da tesouraria da Alcan recebeu um telefonema de um desconhecido que se identificou como um dirigente da matriz, no Canadá. Na conversa, o suposto executivo pediu dinheiro, já que teria sido vítima de furto em sua passagem por São Paulo. Para demonstrar autonomia, o funcionário reuniu a quantia solicitada e entregou-a num hotel da cidade. Tudo sem consultar seus superiores. Dias depois, a Alcan deu-se conta de que o alto funcionário jamais existira e seu executivo caíra num conto.

 Por Mª Tereza Gomes 

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