• RSS Ultimos Toques…

    • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

LIÇÕES DE UMA EMPRESA QUE NUNCA “SE ESPANTA”

Para o empresário Jorge Logemann, vice-presidente do Grupo SLC, existem três tipos de empresas: as que fazem, as que observam e as que se espantam.  Evidentemente, o desafio da SLC é o de se manter no primeiro time das que fazem. Como? Foi o que Logemann tentou responder nesta quarta-feira, durante uma palestra realizada na sede da Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul), em Porto Alegre. “Procuramos estar sempre na frente, apostando nas pessoas e na capacidade que elas têm de gerar valor para a companhia”, resumiu ele. Durante a apresentação, Logemann lembrou de algumas manobras que ajudaram a transformar a SLC em um dos maiores grupos empresariais do agronegócio brasileiro. Uma delas foi a associação com a multinacional John Deere, em 1979 – época em que esse tipo de acordo ainda era raro no país. Outra foi a abertura de capital do grupo, realizada em junho deste ano – e que também foi fruto da vocação para o pioneirismo. “Fomos a primeira empresa de commodities agrícolas (que não apenas comercializa grãos, mas também os cultiva) a abrir o capital no mundo”, afirmou Logemann.  O empresário aproveitou a ocasião para descrever alguns dos conceitos de gestão que estão ajudando a manter o Grupo SLC na rota dos bons resultados. Citou valores como administração pela qualidade, inovação, atração e manutenção de talentos. E ressaltou que um dos pontos cruciais para o crescimento da companhia é sua habilidade de formar novos líderes. No Grupo SLC, disse ele, os líderes são vistos como os motores que aceleram a expansão dos negócios. Características básicas do empreendedorismo – como inquietude, criatividade e sorte – são valorizadas. “É preciso ter coragem e determinação para empreender, desde que sempre guiadas pela integralidade e ética”, pregou Logemann. Ele afirmou que, somente neste ano, a SLC deverá registrar uma receita bruta de R$ 1,4 bilhão, 16% maior do que a de 2006. E anunciou: em breve, a Ferramentas Gerais, uma das empresas do grupo, também deverá fazer sua estréia no mercado de capitais.  Biocombustível à vista – Além de capitalizar suas subsidiárias, a SLC pretende entrar no setor de biocombustíveis. A empresa gaúcha – que produz milho, soja, algodão e café – está avaliando questões de logística e selecionando matéria-prima para implantar o projeto. A preferência é a cana-de-açúcar, mas a empresa vem realizando experiências com milho e outras culturas. Ainda não há data definida para o início das operações. “Estamos adquirindo experiência como cotistas de uma usina da Cooperativa de Biodiesel (Cooperbio), adquirida em 2006, em Cuiabá”, avisa Eduardo Logemann, presidente do Grupo SLC e irmão de Jorge. Eduardo acredita que o futuro do agronegócio está na bioenergia. “Agricultura não é só alimento, mas também energia”, prega.  Fernanda Arechavaleta

Anúncios

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: